amanhã hoje é ontem

por Daniella Zupo

Uma homenagem à vida

P u b l i c a ç õ e s

"Amanha hoje é ontem. Tudo está conectado. E tudo vai passar."

S o b r e

“Tocante. Sem de forma alguma ser piegas.”

Cris GuerraBlogueira e escritora

“Para ver, rever, ouvir e sentir ao avesso.”

Jefferson da Fonseca CoutinhoAtor e diretor de teatro

“Um aprendizado para todos nós. Confira o seu relato e se apaixione!”

Carol MeyerBlogueira

“Você talvez se lembre de Clara do filme “Aquarius”. Tem a ver, mas é outra viagem… é outra narrativa.
São duas heroínas. Clara seguramente foi baseada em personagens reais. Daniella não. Ela é uma personagem real. E tem uma voz incrível, um texto bem legal… A Clara do filme a gente não pode abraçar. Podemos até abraçar a Sonia Braga… mas a Clara não. Já a Daniella a gente pode.”

Celio AlbuquerqueJornalista e escritor

“Bem que Rubem Alves sempre diz que uma pérola, para ser pérola, enfrenta sofrimentos incríveis… Tá aí a prova com Daniella Zupo que empresta sua beleza para o mundo se ver de frente.”

Luciano AndradeJornalista

“Daniella, além de uma presença bonita e serena no meio da tempestade, narra a história de uma mulher com câncer de mama com sacadas inteligentes e enorme capacidade de verbalização dos sentimentos envolvidos nessa travessia. Conscientização, desmistificação e respiração profunda, santos remédios. Obrigada, Daniella, por ser tão inspiradora, serena e transparente na lida com uma dor que não é pequena!”

Ana Cristina de Aguiar BernardesProfessora e doutura em linguistica

“Belo e verdadeiro… Documentário, no sentido da palavra, e profundamente corajoso, poético, confessional, no sentido de olhar no espelho e procurar as respostas de nós mesmos, quando fazemos a coisa certa que é amar. Fazer sentido para mais alguém – fazer sentido com todos os sentidos da palavra sentido, o que se sente, o significado do que se sente, os rumos a partir do que é sentido, o movimento imponderável da vida e não o gesto silencioso de estátua quando alguém determina pausa e “sentido”. Pausa? Só mesmo uma pausa de mil compassos – ou, melhor ainda, como diria aquele mestre poeta: e começo aqui e meço aqui este começo e recomeço e remeço e arremesso e aqui me meço quando se vive sob a espécie da viagem o que importa não é a viagem mas o começo da…”

Jose Antonio OrlandJornalista